A Segunda Rodada do Orçamento Participativo do Barreiro, Território Quatro, aconteceu na Escola Municipal Pedro Aleixo, na Av. Menelick de Carvalho, 255, no Flávio Marques Lisboa.
O OP BH já teve seus dias de glória, todos as Lideranças sabem disto, embora o gestor tenha dificuldades em reconhecer que hoje vivemos tempos difíceis em termos de mobilização.
A COMFORÇA tem papel fundamental na reflexão sobre o Orçamento Participativo e apontar problemas e buscar soluções.
O Orçamento Participativo é única forma de participação direta do munícipe na estruturação da nossa cidade.
Defina uma obra em sua rua, lute por uma mudança em seu bairro e estará transformando a cidade de Belo Horizonte! O OP é uma ferramenta de crucial importância para manter acessa a mobilização popular e a participação do povo na construção da cidade.
As Lideranças Comunitárias: Bruno, Laudiane, Wanderson, Neuza, Salete, Dilson e Marli fizeram a apresentação de suas demandas, mobilizaram suas comunidades e levaram seus moradores para apreciarem as obras sugeridas.
Houve a participação de 455 pessoas nesta segunda rodada do OP Barreiro, vejamos:
Araguaia levou 2 pessoas;
Cardoso levou 7 pessoas;
Novo Santa Cecília levou 12 pessoas, fez um delegado;
Flávio Marques Lisboa 26 pessoas, fez 2 delegados;
Conjunto Esperança levou 38 pessoas, fez 3 delegados;
Solar levou 83 pessoas, fez 8 delegados;
Corumbiara levou 83 pessoas, fez 8 delegados;
Brasil Industrial levou 101 pessoas, fez 10 delegados;
Vila Cemig levou 103 pessoas, fez 10 delegados.
Última apresentação de demandas da segunda rodada será no dia 09/12, no Centro Esportivo Vale do Jatobá, no Território 5.
ARQUIVOS DO BLOG
-
▼
2020
(2)
- ► abril 2020 (1)
-
►
2018
(2)
- ► agosto 2018 (1)
- ► junho 2018 (1)
-
►
2017
(32)
- ► setembro 2017 (1)
- ► agosto 2017 (4)
- ► julho 2017 (3)
- ► junho 2017 (4)
- ► abril 2017 (1)
- ► março 2017 (9)
- ► fevereiro 2017 (5)
- ► janeiro 2017 (2)
-
►
2016
(47)
- ► dezembro 2016 (6)
- ► novembro 2016 (7)
- ► outubro 2016 (3)
- ► setembro 2016 (5)
- ► agosto 2016 (5)
- ► julho 2016 (10)
- ► junho 2016 (1)
- ► abril 2016 (4)
- ► março 2016 (3)
- ► fevereiro 2016 (1)
-
►
2015
(67)
- ► dezembro 2015 (12)
- ► novembro 2015 (13)
- ► outubro 2015 (4)
- ► setembro 2015 (7)
- ► agosto 2015 (12)
- ► julho 2015 (1)
- ► junho 2015 (3)
- ► março 2015 (6)
- ► fevereiro 2015 (1)
- ► janeiro 2015 (2)
-
►
2014
(48)
- ► dezembro 2014 (5)
- ► novembro 2014 (3)
- ► setembro 2014 (4)
- ► agosto 2014 (1)
- ► julho 2014 (3)
- ► junho 2014 (10)
- ► abril 2014 (4)
- ► março 2014 (4)
- ► fevereiro 2014 (2)
- ► janeiro 2014 (6)
-
►
2013
(43)
- ► dezembro 2013 (2)
- ► novembro 2013 (3)
- ► outubro 2013 (5)
- ► setembro 2013 (6)
- ► agosto 2013 (7)
- ► julho 2013 (4)
- ► junho 2013 (6)
- ► abril 2013 (1)
- ► março 2013 (5)
-
►
2012
(65)
- ► dezembro 2012 (3)
- ► novembro 2012 (5)
- ► outubro 2012 (10)
- ► setembro 2012 (3)
- ► agosto 2012 (5)
- ► julho 2012 (4)
- ► junho 2012 (8)
- ► abril 2012 (6)
- ► março 2012 (11)
- ► janeiro 2012 (1)
-
►
2011
(44)
- ► dezembro 2011 (1)
- ► novembro 2011 (10)
- ► outubro 2011 (17)
- ► setembro 2011 (8)
- ► agosto 2011 (1)
- ► julho 2011 (4)
- ► março 2011 (2)
-
►
2010
(5)
- ► dezembro 2010 (1)
- ► fevereiro 2010 (1)
- ► janeiro 2010 (2)
-
►
2009
(37)
- ► dezembro 2009 (12)
- ► novembro 2009 (5)
- ► outubro 2009 (6)
- ► setembro 2009 (7)
- ► agosto 2009 (5)
- ► março 2009 (2)
-
►
2008
(15)
- ► dezembro 2008 (1)
- ► novembro 2008 (1)
- ► outubro 2008 (2)
- ► setembro 2008 (1)
- ► agosto 2008 (1)
- ► junho 2008 (3)
- ► abril 2008 (3)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
OP Barreiro Território III
Segunda Rodada do Orçamento Participativo do Barreiro, desta vez na Escola Municipal Antônio Sales Barbosa no Tirol.
Inscreveram-se 295 pessoas, divididas da seguinte forma:
Túnel de Ibirité com 130 pessoas, fazendo 13 delegados;
Lindeia com 113 pessoas, fazendo 11 delegados;
Tirol com 40 pessoas, fazendo 4 delegados;
Vila Piratininga com 10 pessoas, fazendo 1 delegado;
Itaipu com 2 pessoas.
Foram apresentadas obras de infraestrutura, reforma de creche e cobertura de quadra esportiva.
As pessoas se manifestaram positivamente em prol do Orçamento Participativo, relembrando sua história e as conquistas ao longo desde 1993, quando teve início com o então Prefeito Patrus Ananias, com o prefeito Célio de Castro e seu sucessor Fernando Pimentel, períodos em que havia uma participação maciça da população votando e elegendo suas obras, chegando à atual gestão com Márcio Lacerda.
Levando-se em conta o estágio atual de obras do OP, houve uma participação considerável.
Abaixo o registro das participações e a presença das Comunidades.
Lucilésio
Roberto Lelis
Elza
Maria Júlia - COMFORÇA
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
OP Barreiro Território II
Abertura da Segunda Rodada do OP Barreiro, Território II.
Local: E.M. Luiz Gatti
Rua O Garimpeiro, 45 - Bairro Maldonado
Apresentaram obras: Barreiro, Ademar Maldonado e Diamante.
O Bairro Diamante teve as duas obras apresentadas desclassificadas, houve parecer desfavorável pelos técnicos da Prefeitura.
Ademar Maldonado apresentou obra de Reforma do Cersam;
Barreiro apresentou Abertura da Via Geraldo de Almeida.
Comparecimentos:
Ademar Maldonado 12 pessoas fez 1 delegado;
Barreiro 38 pessoas fez 3 delegados.
Não fizeram delegado:
Átila de Paiva 1 pessoa;
Teixeira Dias 5 pessoas;
Diamante 3 pessoas;
Santa Helena 2 pessoas.
Ao todo 61 pessoas participaram do processo.
A cada dia o Orçamento Participativo está mais desacreditado pela população de Belo Horizonte. As Lideranças não tem conseguido mobilizar o povo para participar, pois as obras do OP, conquistadas em edições anteriores, não saem do papel. O executivo municipal tem se valido das mais diversas justificativas para não executar as obras conquistadas pela população.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
OP Barreiro Território I
Abertura da segunda rodada do Orçamento Participativo no Barreiro.
Escola Municipal Pedro Aleixo. Bairros que apresentaram demandas: Alta Tensão I, Bairro das Indústrias I, Bernadete, Bonsucesso e Milionários.
O Bonsucesso abriu mão de sua obra em prol do Liberdade, representado pelo Lauro Felício, com a Rua Bem Viver.
A participação foi pequena, 348 pessoas foram à segunda rodada. Vila Bernadete com 13 pessoas (Liderança Maria Júlia), Novo das Indústrias 67 pessoas (Liderança Tio João), Bonsucesso 47 pessoas (Lauro Felício), Milionários com 216 pessoas (Liderança José Márcio), Olhos D´água 1 pessoa, Conjunto Bonsucesso 2 pessoas e Flávio Marques 2 pessoas.
Segundo a regra, a cada dez pessoas tira-se um delegado, o resultado foi o seguinte:
Vila Bernadete 1 delegado;
Novo das Indústrias 6 delegados;
Bonsucesso 4 delegados;
Milionários 21 delegados.
Vejam as fotos do encontro do Território 1, Rômulo Venades e Reginaldo

Calendário OP 2015-2016
No Orçamento Participativo:
O Cidadão define o que é melhor para a sua Comunidade.
Decide e vota as prioridades.
Orçamento Participativo
É prática de cidadania,
É compromisso com o bem
comum!
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Dúvidas sobre o Hospital do Barreiro
Nota de Esclarecimento
Dúvidas sobre a SSA e o Hospital do Barreiro:
a)
sobre SSA Serviço Social Autônomo a administração é do órgão gestor e não da
prefeitura, pois é um
Serviço Privado de Interesse Público. Seu funcionamento é nos moldes do SEST/SENAT
(transporte), o SEBRAE, o SESI e outros do Sistema S. A participação da
prefeitura é somente no conselho administrativo e fiscal. Veja matéria que saiu
no Globo http://g1.globo.com/.../prefeitura-de-bh-quer-transferir...
b)
os recursos do chamado Sistema S são oriundos da iniciativa privada. Quando uma
empresa paga a guia de INSS, por exemplo, está embutida nela a contribuição ao
Sistema S;
c)
O SESI, por exemplo, oferece cursos à comunidade, salvo algum equívoco, em sua
grande maioria são cursos pagos;
d)
sobre o modelo do Hospital Sarah Kubitschek, sua administração está respaldada
pela lei 8.246/91 e o recurso é unicamente da União. No caso do Hospital do
Barreiro, pelo que reza o projeto, houve somente a transferência da
administração e da captação de recursos para a SSA, mas não se definiu quem irá
financiar o hospital, desta forma não se tem certeza se ele será 100% SUS. SSA
assumirá o hospital e será responsável pela administração e pela captação de
recursos;
e)
sobre a participação do Controle Social também não ficou claro se haverá
participação do usuário e do trabalhador, pois no Sistema S não há Controle
Social, como SEST/SENAT e SEBRAE, por exemplo;
f)
uma coisa é certa a SSA garante a contratação de profissionais por meio de
concurso público, embora esteja sob o regime celetista (CLT), desta forma não
há segurança para o funcionário público de seus direitos de reivindicação, por
exemplo, corrijam-me, por favor, os funcionários públicos que nos leem se eu
estou falando alguma coisa errada;
g)
o problema que se vê na SSA é o seguinte: a atividade autorizada pelo poder
público a operar como SSA é um serviço que o poder público não considera como
público, mas privado de INTERESSE público. Isto é o que reza a instituição do
Serviço Social Autônomo;
h)
se fosse um serviço público ficaria a cargo do poder público, na SSA o serviço
é transferido para o setor privado, ou estamos errados?
i) como fica a licitação para compras de mercadorias? Este mecanismo está previsto na SSA? Qual modelo será adotado em sua implantação? Como se define as empresas que farão parte deste consórcio?
i) como fica a licitação para compras de mercadorias? Este mecanismo está previsto na SSA? Qual modelo será adotado em sua implantação? Como se define as empresas que farão parte deste consórcio?
São
dúvidas que vão surgindo, precisamos de novas ideias e esclarecimentos para que a população se
sinta segura e confortável com as decisões tomadas pelo poder público, creio
que este seja um ponto pacífico entre todos nós. Lendo e trocando informações
fazemos o Controle Social.
Rômulo Venades
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Hospital do Barreiro: longe do fim
O Barreiro abandonado à
sua própria sorte.
O Hospital Metropolitano Dr. Célio
de Castro, ou simplesmente Hospital do Barreiro, vive uma amargura a cada dia.
Iniciada em 2010, a previsão de entrega da obra e início de funcionamento era o
primeiro semestre do ano de 2012, após vários atrasos em 2011 a construtora
responsável por erguê-lo abandonou a obra e até hoje não sabemos se houve ou não
reembolso aos cofres públicos da quebra de contrato por parte da empresa e do
prejuízo ali deixado.
No ano de 2013 as obras pararam
novamente. A passos lentos, em total letargia, no início de 2014 se retomaram
os trabalhos, ou quase. Se quem passa todos os dias na via do Minério não vê
progressos, imagina para os visitantes. Alguns homens e um certo movimento, mas
nada que dê sustentação à atual promessa da Prefeitura de Belo Horizonte: o
Hospital do Barreiro será inaugurado em 2015. A impressão que temos é que o
prefeito deixará o cargo em 2016 e não terá conseguido entregar o hospital à
população, a estagnação tomou conta do empreendimento.
Como se não bastasse, em agosto
de 2014 a Prefeitura de Belo Horizonte encaminhou projeto lei de privatização
do Hospital do Barreiro. E para desgosto geral, no dia 04 de setembro foi
aprovado em 2º turno pela Câmara Municipal, sendo que 7 dos 8 vereadores do
Barreiro votaram a favor da privatização.
Se o prefeito Márcio Lacerda sancionar
o Projeto de Lei 1130/14 significa que a Prefeitura de Belo Horizonte não terá
obrigação de manter e prestar serviços em todos os níveis de atendimento do
hospital do Barreiro no SUS. Toda a responsabilidade será transferida para a
SSA e a Prefeitura vai participar somente como conselheira. Vale lembrar que a
privatização do hospital não estava prevista no plano de governo de reeleição
do prefeito Márcio Lacerda.
Esta modalidade de privatização é
conhecida como SSA Serviço Social Autônomo. São entidades do chamado “sistema S”. São
atividades privadas de interesse público, não integram a administração pública
direta ou indireta. A participação do estado se dá para incentivar a iniciativa
privada que é responsável pela captação de recursos (doações e contribuições
parafiscais) para sua manutenção. Quando o executivo incentiva a criação de uma
entidade SSA entende-se que seja uma atividade que não é de responsabilidade da
prefeitura, não é considerado um serviço público por isto ela o descentraliza. Portanto, descentralização, neste contexto, é sinônimo
de privatização da saúde no município de Belo Horizonte.
Se a participação do executivo é no
fomento (incentivo à iniciativa privada) e não na prestação do serviço de saúde
como a prefeitura afirma que a saúde em Belo Horizonte será 100% SUS?
A contratação de funcionários
para o hospital será por seleção simplificada, eles terão responsabilidades
públicas para fins criminais e improbidade administrativa, mas serão regidos
pela CLT, sem estabilidade no serviço, portanto, ficam à mercê do administrador
público e terão suas condições de trabalho prejudicadas.
Como será uma entidade privada
não haverá licitação para compras. O controle social não terá espaço para participação,
não há transparência no processo e o projeto de lei não dá conta dos pontos
obscuros.
Devemos nos preocupar, e muito, já que começaram a SSA pela saúde, não sendo considerada uma atividade de responsabilidade do poder público. Na mesma linha de raciocínio podem estender a SSA para a Educação e para a Segurança Pública, que, diga-se de passagem, já está um caos total!
Devemos nos preocupar, e muito, já que começaram a SSA pela saúde, não sendo considerada uma atividade de responsabilidade do poder público. Na mesma linha de raciocínio podem estender a SSA para a Educação e para a Segurança Pública, que, diga-se de passagem, já está um caos total!
Sendo único vereador do Barreiro
a contestar e votar contra a privatização
do hospital, Adriano Ventura diz que não
há garantia de que a gestão seja 100% SUS; não há instrumentos que permitam
o acompanhamento por parte da sociedade e não está assegurada a representação
de funcionários.
Por isto é importante que nossos
vereadores e a Prefeitura de Belo Horizonte joguem luz sobre este tema, até o
momento estamos tateando no escuro. Temos poucas informações, recorremos a
algumas publicações de jornais, redes sociais e especulações das mais diversas.
É de suma importância que os parlamentares se pronunciem e justifiquem suas
posições para que a população entenda a mudança promovida pela Prefeitura e
acatada pelos vereadores da base de governo da Prefeitura.
Rômulo Venades
domingo, 14 de setembro de 2014
Plebiscito 2014 - apuração parcial
APURAÇÃO PARCIAL DO COMITÊ IGREJAS - BARREIRO
PLEBISCITO CONSTITUINTE
Paróquia Jesus Ressuscitado - B. Lindéia - 383 Votos
Paróquia São Dimas - Vale do Jatobá - 227 Votos
Paróquia Maria Estrela da Evangelização - B. N. Sta Cecilia - 192 Votos
Paróquia Cristo Redentor - B. Flavio Marques - 97 Votos - em apuração
Paróquia Santa Gema - B. Diamante - 66 Votos ( Parcial)
Paroquia Jesus Cristo Libertador - Em apuração
Paróquia Santa Clara e S. Francisco - Em apuração
ABAIXO ASSINADO COALIZÃO PELA REFORMA
140 Assinaturas
Díllson José
PLEBISCITO CONSTITUINTE
Paróquia Jesus Ressuscitado - B. Lindéia - 383 Votos
Paróquia São Dimas - Vale do Jatobá - 227 Votos
Paróquia Maria Estrela da Evangelização - B. N. Sta Cecilia - 192 Votos
Paróquia Cristo Redentor - B. Flavio Marques - 97 Votos - em apuração
Paróquia Santa Gema - B. Diamante - 66 Votos ( Parcial)
Paroquia Jesus Cristo Libertador - Em apuração
Paróquia Santa Clara e S. Francisco - Em apuração
ABAIXO ASSINADO COALIZÃO PELA REFORMA
140 Assinaturas
Díllson José
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Abertura do OP Barreiro 2014-2015
Avanços? Retrocessos!
O Orçamento Participativo (OP) de Belo Horizonte está cada vez mais ausente na vida dos belohorizontinos. A Prefeitura comemora a aprovação de 1.536 obras do Orçamento Participativo, sendo que, deste total, 77% do total, ou seja, 1.180 obras foram concluídas e entregues à população.
Não há muito o que comemorar. Em 2008 o então prefeito Fernando Pimentel entregou a obra de número mil à população de Belo Horizonte, de um total de 1184 obras aprovadas até aquela data, sendo 85% do total de obras aprovadas no OP. Desta forma, o que se percebe, é que de 2009 até 2014, portanto 6 anos depois, a Prefeitura conseguiu entregar somente 180 obras, 33% do total de obras aprovadas. A média de obras entregues nos primeiros quinze anos do OP foi de 66 obras por ano, nos últimos 6 anos a Prefeitura não passou da casa de 30 obras por ano, menos da metade do que foi entregue em anos anteriores.
A população está muitíssimo desacreditada do processo do OP em BH. O maior gargalo e as maiores frustrações ocorrem exatamente de 2008 para cá. Foram aprovadas 344 obras neste período, no entanto somente 31 obras foram entregues à população, menos de 10% do total.
A partir de 2011 a PBH fez alguns ajustes no OP, mas não surtiram o resultado esperado, pelo menos para a população, pois o que interessa ao povo é obra entregue. As antigas sub-regiões foram transformadas em Territórios e o OP ficou sob o comando da Secretaria de Gestão Compartilhada e a partir de 2014 secretaria de governo. O objetivo da gestão compartilhada é trabalhar a médio e longo prazos o planejamento da cidade, no entanto nada foi pensado a curto prazo (de 1 a 5 anos) para as demandas e as necessidades imediatas, com isto a população ficou prejudicada.
Outros ajustes foram colocados em prática, como a possibilidade de fazer delegados na rodada de abertura do OP Regional. A cada 25 participantes a comunidade soma 1 delegado para a roda final. A bem da verdade esta foi uma tentativa da PBH para dar visibilidade ao OP, já que a participação tem diminuído nas aberturas regionais; as Lideranças estão engessadas, pois se as obras de anos anteriores sequer saíram do papel a população não se sente motivada a participar.
É preciso reavaliar, promover modificações e aperfeiçoar o Orçamento Participativo e fazer com que se torne um instrumento de motivação e transformação social. As alterações e manobras técnicas promovidas não surtiram efeito na base da pirâmide. A fórmula é simples, o povo quer escolher suas obras e quer que sejam entregues dentro do prazo e que primam pela qualidade. Nomes complicados, siglas, mudanças de uma secretaria para outra são detalhes pouco producentes.
A base de uma ideia realmente genial, que possa modificar e transformar um estrato social e envolver a população deve partir do princípio de que possa ser expressa num simples guardanapo de papel. Se a origem for simples e objetiva o resultado será grandioso.
Rômulo Venades
A abertura do Orçamento Participativo no Barreiro, realizado no dia 09 de setembro na Escola Municipal Isaura Santos, contou com a participação de 715 pessoas, foram tirados 18 delegados, número de demandas a serem apresentadas 25, valor disponível R$24.440.746,00.
Na oportunidade, foram entregues as solicitações de demandas às Lideranças presentes.
Bairro Lindeia 138 pessoas 6 delegados;
Vila Cemig 129 pessoas 5 delegados;
Bairro das Indústrias 78 pessoas 3 delegados;
Bairro Olaria 58 pessoas 2 delegados;
Bairro Novo das Indústrias 41 pessoas 1 delegado;
Vila Corumbiara 31 pessoas 1 delegado.
Veja abaixo Calendário das rodadas do OP 2015/2016
Veja os valores destinados aos Bairros e Vilas do Barreiro, classificados segundo os territórios:
Fonte: PBH - abertura do OP Regional Barreiro
Assinar:
Postagens (Atom)
FIQUE ATENTO
AGENDE-SE:
A reunião Ordinária da CRTT é na Terceira Segunda Feira de cada mês.
A reunião Ordinária do CONSELHO DISTRITAL DE SAÚDE é na Primeira Segunda Feira de cada mês.
Sugerimos aos Companheiros que leiam atentamente as Atas da CRTT, nelas constam solicitações e andamento de obras de cada Sub-região.
Foram inaugurados no dia 18 de junho de 2008 o CEM (Centro de Especialidades Médicas) Barreiro, além dos Centros de Saúde do Vale do Jatobá e Independência.
A reunião Ordinária da CRTT é na Terceira Segunda Feira de cada mês.
A reunião Ordinária do CONSELHO DISTRITAL DE SAÚDE é na Primeira Segunda Feira de cada mês.
Sugerimos aos Companheiros que leiam atentamente as Atas da CRTT, nelas constam solicitações e andamento de obras de cada Sub-região.
Foram inaugurados no dia 18 de junho de 2008 o CEM (Centro de Especialidades Médicas) Barreiro, além dos Centros de Saúde do Vale do Jatobá e Independência.































